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quinta-feira, 26 de março de 2015

O que sao Runas


O que são Runas?


Runas são um alfabeto nórdico também usado como oráculo pelos antigos Wikings.

Runas
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Runas



Pedra rúnica com runas do século XI em Skänninge, Suécia.



Osso com runas encontrado em Lund.



Codex Runicus - um pergaminho do séc. XIII com as Leis da Escânia

As runas são um conjunto de alfabetos relacionados que usam letras características (também chamadas de runas), usadas para escrever nas línguas germânicas, principalmente na Escandinávia e nas ilhas Britânicas


Estes caracteres têm sido encontrados em pedras rúnicas, e em menor número em ossos e peças de madeira, assim como em pergaminhos e placas metálicas.

Em todas as suas variedades, as runas podem ser consideradas como uma antiga forma de escrita da Europa do Norte. A versão escandinava que também é conhecida como Futhark (derivado das suas primeiras seis letras: 'F', 'U' 'Th', 'A', 'R', e 'K'), e a versão Anglo-saxónica conhecida como Futhorc (o nome também tem origem nas primeiras letras deste alfabeto).

As inscrições rúnicas mais antigas datam de cerca do ano 150, e o alfabeto foi substituído pelo alfabeto latino com a cristianização, por volta do século VI na Europa central e no século XI na Escandinávia.

Contudo, o uso de runas persistiu para propósitos especializados, principalmente na Escandinávia, na área rural da Suécia até ao início do século XX (usado principalmente para decoração e em calendários Rúnicos).

Além do alfabeto, a cultura germânica antiga possuía um calendário, cujo ano se iniciava no dia 29 de Junho, representado pela runa Feob.

Índice

1 Nota
2 Origem Mitológica das Runas
3 Ver também
4 Ligações externas


Nota


Runemal era a arte do uso de alfabetos rúnicos para obter respostas, como um oráculo, instrumento usado pelos iniciados nesta arte desde o pré-cristianismo para o auto-conhecimento. 

Arte denominada de pagã pelo cristianismo.


Origem Mitológica das Runas

Contam as lendas vikings que os deuses moravam em Asgard, um lugar localizado no topo de Yggdrasil, a Árvore que sustenta os nove mundos. Nesta árvore, o deus Odin conheceu a sua maior provação e descobriu o mistério da sabedoria: as Runas. Alguns versos do Edda Maior, um livro de poemas compostos entre os séculos IX e XIII, contam esta aventura de Odin em algumas de suas estrofes:

"Sei que fiquei pendurado naquela árvore fustigada pelo vento,

Lá balancei por nove longas noites,

Ferido por minha própria lâmina, sacrificado a Odin,

Eu em oferenda a mim mesmo:

Amarrado à árvore

De raízes desconhecidas.

Ninguém me deu pão,

Ninguém me deu de beber.

Meus olhos se voltaram para as mais entranháveis profundezas,

Até que vi as Runas.

Com um grito ensurdecedor peguei-as,

E, então, tão fraco estava que caí.

Ganhei bem-estar

E sabedoria também.

Uma palavra, e depois a seguinte,

conduziram-me à terceira,

De um feito para outro feito."

Esta é a criação mítica das Runas, na qual o sacrifício de Odin (que logo depois foi ressuscitado por magia) trouxe para a humanidade essa escrita alfabética antiga, cujas letras possuíam nomes significativos e sons também significativos, e que eram utilizadas na poesia, nas inscrições e nas adivinhações, mas que nunca chegaram a ser uma língua falada.

Ver também

Ligações externas
ebook sobre o uso pagão das runas.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Extraterrestres de Aztlan agora revelados em objetos arqueologicos

Objetos arqueológicos de origen Azteca encontrados en Ojuelos de Jalisco, Mexico.


Los Aztecas llegaron mucho después de los Mayas. El gobierno Mexicano había decidido dar a conocer al público varios objetos arqueológicos, que han permanecido ocultos durante varios decenios, a partir del momento en que se descubrieron. 




Un casco con forma de cabeza Alíenescenas grabadas en piedratablillas de oro y plata, en las que se pueden reconocer detalles grabados de lo que parecen ser astronautas viajando en naves espaciales junto con otras naves. También se puede observar cometas y planeta.


Vista frontal del casco:



Vista lateral del casco:



Los mexicas o Aztecas constituyeron un pueblo de la cultura náhuatl que existió en la zona de Mesoamérica desde el siglo XII hasta el siglo XVI. Estos pobladores se llamaban a sí mismos mexicas (pronunciado meshicas) o tenochcas (habitantes de Tenochtitlan). El término azteca significa 'proveniente de Aztlán' y era su nombre tribal. En sólo 70 años, los haría dueños del más grande Imperio que había existido en Mesoamérica.

Una cultura perdida y hasta ahora nunca vista. Son objetos llenos de detalles de la vida de estos personajes de nuestra remota historia lejana y olvidada, que hasta ahora se había mantenido oculta.


Vista frontal del objeto arqueológico.

Vista posterior del mismo objeto.


Varias familias de la ciudad de Ojuelos en la provincia de Jalisco, México, han estado coleccionando desde hace unos 50-60 años un total de unos 400 objetos arqueológicos extraordinarios, con el sueño de poder un día abrir su propio museo, y dar a conocer al público dichos objetos.




A continuación una parte de los 400 objetos arqueológicos hallados en México:












































Medallon.


Parte posterior del mismo medallon.



Ofrendas a los dioses.



Lo que parece una familia de Aliens con dos bebés y un hijo, bajo una nave.






Estatuilla de cabeza  vista frontal.

Misma estatuilla vista posterior.









Brazaletes y anillos:

















Otros objetos de interés encontrados, algunos de ellos con piedras preciosas, tallados en plata y oro:





Sarcófago o tumba.



Grabados, esculturas, anillos, colgantes. Todo parece indicar que esta antigua cultura Americana tuvo contacto con criaturas de ojos alargados que convivieron con ellos a lo largo del tiempo y los representaron con sus naves en los cielos. Las mismas figuras Alíen que muchos contactados dicen haberlas visto en la actualidad. O al menos es lo que parece.

Conclusiones del análisis de la científica Ma. Luisa Trujillo a dos de los objetos  encontrados:

 Basándonos únicamente en la interpretación de lo único con que contamos, el análisis químico,  podemos inferir que la persona que elaboro las piezas no conocía el proceso de cubiertas y esmaltes como es conocido actualmente, por lo cual las características no coinciden al 100% con algún tipo de esmalte de la actualidad, podríamos pensar que  usaron en la composición principios  de la cerámica de gres pero a una temperatura inferior lo cual cambia por completo el acabado.

Las cubiertas o esmaltes de gres dan buenos resultados con  atmósferas oxidantes o reductoras, generalmente utilizan al iniciar una atmósfera reductora  y al término una atmósfera neutra u oxidante, en las  piezas evaluadas se utilizó atmósfera oxidante.